| Nome do Fundo/Classe: | BRADESCO CARTEIRA IMOBILIÁRIA ATIVA - FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII | CNPJ do Fundo/Classe: | 20.216.935/0001-17 |
| Data de Funcionamento: | 19/05/2015 | Público Alvo: | Investidores em Geral |
| Código ISIN: | BRBCIACTF005 | Quantidade de cotas emitidas: | 3.719.038,00 |
| Fundo/Classe Exclusivo? | Não | Cotistas possuem vínculo familiar ou societário familiar? | Não |
| Classificação autorregulação: | Mandato: Títulos e Valores MobiliáriosSegmento de Atuação: Títulos e Val. Mob.Tipo de Gestão: Ativa | Prazo de Duração: | Indeterminado |
| Data do Prazo de Duração: | | Encerramento do exercício social: | Dezembro |
| Mercado de negociação das cotas: | Bolsa | Entidade administradora de mercado organizado: | BM&FBOVESPA |
| Nome do Administrador: | BANCO BRADESCO S.A. | CNPJ do Administrador: | 60.746.948/0001-12 |
| Endereço: | Núcleo Adm. Cidade de Deus,
S/N,
-
Vila Yara-
Osasco-
SP-
06029-900 | Telefones: | (11) 3684-4522 |
| Site: | www.bradesco.com.br | E-mail: | [email protected] |
| Competência: | 12/2024 | | |
1.
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Prestadores de serviços
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CNPJ
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Endereço
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Telefone
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1.1
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Gestor: BRAM BRADESCO ASSET MANAGEMENT S/A DTVM | 62.375.134/0001-44 | Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1309, 2º e 3º andares, Vila Nova Conceição, São Paulo - SP - CEP 04543-011 | (11) 3847-5132 |
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1.2
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Custodiante: BANCO BRADESCO S/A | 60.746.948/0001-12 | Núcleo Adm. Cidade de Deus, S/N, Vila Yara, Osasco - SP - CEP 06029-900 | (11) 3684-4522 |
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1.3
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Auditor Independente: KPMG AUDITORES INDEPENDENTES | 57.755.217/0001-29 | Rua Arquiteto Olavo Redig Campos, 105, 6º-12º Andar Edificio Towers, Chácara Santo Antônio, São Paulo - SP - CEP 04711-904 | (11) 3940-1500 |
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1.4
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Formador de Mercado: | ../- | | |
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1.5
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Distribuidor de cotas: BANCO BRADESCO BBI S/A | 06.271.464/0073-93 | Av Paulista, 1450, 8º Andar, Bela Vista, São Paulo - SP - CEP 01310-917 | (11) 2178-4800 |
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1.6
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Consultor Especializado: | ../- | | |
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1.7
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Empresa Especializada para administrar as locações: | ../- | | |
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2.1
| Descrição dos negócios realizados no período |
| Relação dos Ativos adquiridos no período | Objetivos | Montantes Investidos | Origem dos recursos |
| BBIG11 | Renda e Ganho de Capital | 4.154.351,23 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| BRCO11 | Renda e Ganho de Capital | 3.048.912,01 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| BTCI11 | Renda e Ganho de Capital | 8.117.883,05 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| BTLG11 | Renda e Ganho de Capital | 18.269.637,74 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| CLIN11 | Renda e Ganho de Capital | 785.553,67 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| CNES11 | Renda e Ganho de Capital | 1.332.499,50 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| CPSH11 | Renda e Ganho de Capital | 6.999.389,43 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| CPTS11 | Renda e Ganho de Capital | 773.049,77 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| CVBI11 | Renda e Ganho de Capital | 1.612.669,55 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| FCFL11 | Renda e Ganho de Capital | 89.837,21 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| HGBS11 | Renda e Ganho de Capital | 9.423.902,08 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| HGCR11 | Renda e Ganho de Capital | 11.366.741,88 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| HGPO11 | Renda e Ganho de Capital | 1.336.201,53 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| HGRU11 | Renda e Ganho de Capital | 7.066.529,36 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| HSML11 | Renda e Ganho de Capital | 4.131.543,89 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| INLG11 | Renda e Ganho de Capital | 7.335.400,00 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| JSRE11 | Renda e Ganho de Capital | 1.271.486,82 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| KNCR11 | Renda e Ganho de Capital | 46.601.237,23 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| KNHY11 | Renda e Ganho de Capital | 9.779.563,27 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| KNIP11 | Renda e Ganho de Capital | 5.179.801,22 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| KNRI11 | Renda e Ganho de Capital | 2.053.820,14 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| KNSC11 | Renda e Ganho de Capital | 11.062.860,86 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| KNUQ11 | Renda e Ganho de Capital | 11.183.522,17 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| LVBI11 | Renda e Ganho de Capital | 3.422.743,30 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| MCCI11 | Renda e Ganho de Capital | 7.123.971,21 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| PVBI11 | Renda e Ganho de Capital | 3.554.614,34 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| RBRF11 | Renda e Ganho de Capital | 2.433.196,98 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| RBRP11 | Renda e Ganho de Capital | 782.870,30 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| RBRR11 | Renda e Ganho de Capital | 3.405.724,67 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| RBRY11 | Renda e Ganho de Capital | 13.526.465,96 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| SHPH11 | Renda e Ganho de Capital | 869.900,70 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| SPXS11 | Renda e Ganho de Capital | 684.609,95 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| TVRI11 | Renda e Ganho de Capital | 6.597.794,52 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| VGRI11 | Renda e Ganho de Capital | 4.200.000,00 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| VISC11 | Renda e Ganho de Capital | 20.898.476,48 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| XPCI11 | Renda e Ganho de Capital | 4.567.654,42 | Disponibilidade de recursos em caixa |
| XPML11 | Renda e Ganho de Capital | 27.742.303,79 | Disponibilidade de recursos em caixa |
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4.2
| Conjuntura econômica do segmento do mercado imobiliário de atuação relativo ao período findo |
| Observamos uma virada abrupta do cenário econômico em 2024, com forte deterioração das condições econômicas. Iniciamos o ano com a inflação comportada, o que possibilitou inclusive que o Banco Central mantivesse o ciclo de cortes da taxa Selic até maio, cenário bastante favorável para os fundos imobiliários. Porém, ao longo de 2024, observamos elevação das expectativas de inflação futura, piora das perspectivas para a trajetória fiscal, forte desvalorização cambial e aceleração da inflação corrente, aliada a uma atividade econômica forte, com retomada do ciclo de alta da Selic a partir de setembro, e piora do cenário para os fundos imobiliários. Assim, o IFIX encerrou 2024 com desvalorização de 5,89%. No ano, as maiores quedas ocorreram nos fundos imobiliários de ?tijolo?, especialmente no setor de escritórios, devido à alta dos juros. Por outro lado, os fundos de CRI tiveram a melhor performance.Continuamos a observar melhora dos indicadores operacionais em todos os setores imobiliários presentes nos FIIs, reforçando a distribuição de rendimentos dos fundos:(1) Continuidade da retomada da ocupação dos escritórios, devido ao retorno gradual do trabalho presencial pelas empresas e a atividade econômica aquecida. Por exemplo, a taxa de vacância dos escritórios classe A em São Paulo caiu de 23% no 3T23 para 19,6% no 3T24. Em regiões como Paulista e Chucri Zaidan, observamos queda da vacância, e, na Faria Lima, onde a ocupação já está elevada há alguns anos, aumento do aluguel acima da inflação. (2) Continuidade do bom nível de crescimento das vendas nos shopping centers. Além disso, os fundos do setor realizaram aquisições de participação em shopping centers que melhoraram a qualidade média dos seus portfólios. (3) O ritmo de absorção continua forte nos galpões logísticos e a vacância encontra-se em nível muito baixo (8,2%, considerando os galpões classe A no Brasil). Temos observado ganho real nos preços de locação dos galpões mais próximos às capitais e repasse de inflação nos galpões mais distantes. |
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4.3
| Perspectiva para o período seguinte com base na composição da carteira |
| A carteira do BCIA inicia o ano de 2025 com a seguinte composição setorial: recebíveis imobiliários (50,8%), dos quais 46,4% em fundos de CRI e 4,4% em CRIs diretamente, lajes corporativas (21,6%), shopping centers (12,0%), galpões logísticos (7,4%), FOFs (3,0%), agências bancárias (2,1%), educacional (1,9%) e varejo (1,2%). Assim, iniciamos o ano com alocação de 51% em fundos de recebíveis imobiliários e CRIs diretos e 49% em fundos de ?tijolo? (fundos que investem em imóveis), após a ajuste da carteira frente à virada do cenário de juros, com forte elevação dos juros reais e das expectativas para a Selic. A maior participação de fundos de CRI tem o objetivo de proteger a carteira nesse momento de incertezas e volatilidade, e também se justifica pelo atual retorno em dividendos desses fundos, bastante elevado. Iniciamos 2025 com inflação pressionada e taxas de juros bastante elevados. Ao longo do ano, será importante monitorar se o aperto das condições financeiras resultará na desaceleração da demanda doméstica e da inflação corrente, o que permitiria colocar a redução dos juros no horizonte, o que seria benéfico para os preços das cotas dos FIIs. Adicionalmente, será necessário monitorar eventual adoção de medidas fiscais ou parafiscais adicionais que possam aquecer a economia e estressar a trajetória da dívida pública.Lembramos que o investimento em imóveis traz proteção em um cenário de inflação elevada, dado que os contratos de aluguel são geralmente indexados à inflação. Essa característica fica ainda mais evidente quando pensamos em fundos imobiliários com imóveis de qualidade e bem localizados, que tendem a operar com taxa de ocupação mais alta e podem chegar a ter reajuste de preço de aluguel acima da inflação.Os fundos imobiliários, especialmente os de tijolo, estão negociando com descontos expressivos, olhando sob as mais diversas métricas: (i) múltiplo preço sobre valor patrimonial, (ii) em comparação aos preços por m2 das últimas transações de compra e venda de imóveis similares, e (iii) em comparação ao custo de reposição do imóvel. Assim, dados os bons resultados operacionais dos FIIs de tijolo e os preços descontados a que estão sendo negociados, entendemos que a demanda por esses fundos pode retomar de forma rápida assim que houver evidências de moderação da atividade econômica e da inflação, o que seria o primeiro passo para possibilitar o ciclo de corte de juros. |
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10.3
| Descrição das regras e procedimentos aplicáveis à participação dos cotistas em assembleias gerais, incluindo (i) formalidades exigidas para a comprovação da qualidade de cotista e representação de cotistas em assembleia; (ii) procedimentos para a realização de consultas formais, se admitidas em regulamento; (iii) regras e procedimentos para a participação à distância e envio de comunicação escrita ou eletrônica de voto. |
| A identificação do cotista é realizada mediante a apresentação de documentos comprobatórios, nos casos de voto presencial ou a distância.Com relação ao procedimento de Consulta Formal, deverão ser observadas as formalidades previstas nos artigos 19, 19-A e 41, incisos I e II da Instrução CVM nº 472/08, formalizada por carta, correio eletrônico ou telegrama dirigido pelo Administrador aos Cotistas, para resposta no prazo de 15 (quinze) dias, devendo constar da consulta todos os elementos informativos necessários ao exercício de voto. A resposta dos Cotistas à consulta será realizada mediante o envio, pelo Cotista ao Administrador, de carta, correio eletrônico ou telegrama formalizando o seu respectivo voto, sendo certo que as decisões serão tomadas com base na maioria dos votos recebidos, observados os quóruns previstos no item 9.7 do Regulamento do Fundo. |
| 11.1 | Política de remuneração definida em regulamento: |
| Conforme previsto no Regulamento do Fundo, o Administrador receberá, pelos serviços prestados ao Fundo, uma Taxa de Administração equivalente a 0,50% (cinquenta centésimos por cento) ao ano, incidente sobre o Patrimônio Líquido do Fundo, calculada diariamente, na base 1/252 (um duzentos e cinquenta e dois avos) da percentagem referida neste item, e será provisionada por dia útil e paga até o 1º (primeiro) Dia Útil do mês subsequente ao vencido, a partir do mês em que ocorrer a primeira integralização de Cotas. O Administrador poderá estabelecer que parcelas da Taxa de Administração sejam pagas diretamente pelo Fundo aos prestadores de serviços que tenham sidosubcontratados pelo Administrador, desde que o somatório dessas parcelas não exceda o montante total da Taxa de Administração. O Gestor receberá, pela prestação dos serviços ao Fundo, equivalente a 0,35% (trinta e cinco centésimos por cento) ao ano, correspondente à parcela da Taxa de Administração paga ao Administrador, calculada nos mesmos termos da Taxa de Administração, sendo que, assim como a Taxa de Administração, não haverá valor mínimo pré estabelecido para a Taxa de Gestão. Adicionalmente, o Gestor também receberá a totalidade da Taxa de Performance paga semestralmente pelo Fundo, a contar da data da primeira integralização de cotas, taxa de performance equivalente a 20% (vinte por cento) do retorno e rendimentos auferidos pelo Fundo que excedam a variação do IFIX no período, calculada e provisionada por dia útil e cobrada no primeiro dia útil subsequente aos meses de junho e dezembro (Data de Apuração de Performance), conforme descrito demonstrativo de cálculo que consta do Regulamento do Fundo. Na hipótese de, em uma determinada Data de Apuração de Performance, o resultado da fórmula de cálculo da Taxa de Performance resultar em valor zero ou negativo, não será cobrada Taxa de Performance. Para fins do cálculo da Taxa de Performance, o valor da cota do fundo no momento de apuração do resultado deve ser comparado ao valor da cota base atualizado pelo IFIX do período transcorrido desde a última cobrança de taxa de performance. Caso o valor da cota base atualizada pelo índice de referência seja inferior ao valor da cota base, a Taxa de Performance a ser provisionada e paga deve ser calculada sobre a diferença entre o valor da cota antes de descontada a provisão para o pagamento da Taxa de Performance e o valor da cota base valorizada pelo índice de referência, limitada à diferença entre o valor da cota antes de descontada a provisão para o pagamento da Taxa de Performance e a cota base. |
| Valor pago no ano de referência (R$): | % sobre o patrimônio contábil: | % sobre o patrimônio a valor de mercado: |
| 1.782.981,15 | 0,51% | 0,51% |
| 12.2 | Diretor Responsável pelo FII |
| Nome: | LUIS CLAUDIO DE FREITAS COELHO PEREIRA | Idade: | 53 |
| Profissão: | Bancário | CPF: | 147.503.068-19 |
| E-mail: | [email protected] | Formação acadêmica: | Ciências Contábeis |
| Quantidade de cotas detidas do FII: | 0,00 | Quantidade de cotas do FII compradas no período: | 0,00 |
| Quantidade de cotas do FII vendidas no período: | 0,00 | Data de início na função: | 26/06/2024 |
| Principais experiências profissionais durante os últimos 5 anos |
| Nome da Empresa | Período | Cargo e funções inerentes ao cargo | Atividade principal da empresa na qual tais experiências ocorreram |
| Banco Bradesco | Atual | Diretor responsável pela administração dos Fundos | Instituição Financeira |
| Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos |
| Evento | Descrição |
| Qualquer condenação criminal | Nada Consta |
| Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas | Nada Consta |