| Nome do Fundo/Classe: | FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO SIA CORPORATE RESPONSABILIDADE LIMITADA | CNPJ do Fundo/Classe: | 17.311.079/0001-74 |
| Data de Funcionamento: | 19/03/2014 | Público Alvo: | Investidor Qualificado |
| Código ISIN: | BRSAICCTF009 | Quantidade de cotas emitidas: | 1.429.740,00 |
| Fundo/Classe Exclusivo? | Não | Cotistas possuem vínculo familiar ou societário familiar? | Sim |
| Classificação autorregulação: | Classificação: TijoloSubclassificação: DesenvolvimentoGestão: DefinidaSegmento de Atuação: Escritórios | Prazo de Duração: | Indeterminado |
| Data do Prazo de Duração: | Encerramento do exercício social: | 31/12 | |
| Mercado de negociação das cotas: | Bolsa | Entidade administradora de mercado organizado: | BM&FBOVESPA |
| Nome do Administrador: | BRB DTVM SA | CNPJ do Administrador: | 33.850.686/0001-69 |
| Endereço: | Centro Empresarial CNC - ST SAUN Quadra 5 Lote C, Bloco C, N/A, 2º ANDAR- ASA NORTE- BRASÍLIA- DF- 70040250 | Telefones: | 61 3409-200561 3409-2030 |
| Site: | WWW.BRB.COM.BR | E-mail: | [email protected] |
| Competência: | 12/2025 |
1. |
Prestadores de serviços |
CNPJ |
Endereço |
Telefone |
| 1.1 | Gestor: GRAPHEN INVESTIMENTOS LTDA | 15..40.3.8/17/0-00 | São Paulo – SP, rua Funchal, nº 418, Bairro Vila Olimpia | (11) 3521-7090 |
| 1.2 | Custodiante: BRB DTVM - DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS | 33.850.686/0001-69 | Centro Empresarial CNC - ST SAUN Quadra 5 Lote C, Bloco C, 2º Andar | (61)3409-2017 |
| 1.3 | Auditor Independente: GRANT THORNTON | 10..83.0.1/08/0-00 | Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, número 105, conjunto 121, Torre 4, Cidade Moções, São Paulo/SP. CEP 04.571-900 | (11) 3886-5100 |
| 1.4 | Formador de Mercado: | ../- | ||
| 1.5 | Distribuidor de cotas: BRB DTVM - DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS | 33.850.686/0001-69 | Centro Empresarial CNC - ST SAUN Quadra 5 Lote C, Bloco C, 2º Andar | (61)3409-2039 |
| 1.6 | Consultor Especializado: CORE BRASIL NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS LTDA | 19..51.0.1/98/0-00 | Avenida Dr. Cardoso de Melo, nº 1460, Cj. 71, São Paulo/SP - CEP 04548-005 | (11) 3323 0000 |
| 1.7 | Empresa Especializada para administrar as locações: | ../- |
| 1.8 | Outros prestadores de serviços¹: | |||
|---|---|---|---|---|
| Não possui informação apresentada. | ||||
2. |
Investimentos FII |
| 2.1 | Descrição dos negócios realizados no período | |||
| Relação dos Ativos adquiridos no período | Objetivos | Montantes Investidos | Origem dos recursos | |
| Não houve aquisição de imoveis no período | Não houve aquisição de imoveis no período | 0,00 | nenhuma | |
3. |
Programa de investimentos para os exercícios seguintes, incluindo, se necessário, as informações descritas no item 1.1 com relação aos investimentos ainda não realizados: |
| Não possui informação apresentada. |
4. |
Análise do administrador sobre: |
| 4.1 | Resultado do fundo no exercício findo |
| Devido à alta vacância do imóvel, o Fundo não recebeu receita de locação do empreendimento condizente com os custos fixos, o que prejudicou o resultado do Fundo no exercício. A queda na avaliação do empreendimento, contrubuiu para fechar a rentabilidade do Fundo de forma negativa em decrécimo de 29% no período, incluindo as despesas fixas do imóvel, como taxa de condomínio e IPTU que impulsionaram negativamente. |
| 4.2 | Conjuntura econômica do segmento do mercado imobiliário de atuação relativo ao período findo |
| O ambiente econômico internacional permanece marcado por incertezas associadas a tensões geopolíticas e à reconfiguração das políticas comerciais entre as principais economias. Esse contexto tem contribuído para maior volatilidade nas expectativas inflacionárias e nas projeções de crescimento global. Em economias avançadas observam-se revisões nas projeções inflacionárias de curto prazo e crescimento moderado da atividade econômica, refletindo, em parte, a desaceleração do comércio internacional. No cenário nacional, a atividade econômica apresentou desaceleração no período recente. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou crescimento de 0,4% no segundo trimestre, após expansão de 1,3% no trimestre anterior, indicando redução do ritmo de crescimento. O comportamento da atividade econômica reflete a moderação observada nos setores produtivos e no consumo das famílias. O mercado de trabalho mantém desempenho relativamente favorável, com taxa de desocupação registrada em 5,7%, patamar considerado reduzido em termos históricos. Entretanto, a inflação permanece como fator relevante para a condução da política monetária. O índice acumulado em 12 meses apresentou leve redução, passando de 5,32% em maio para 5,13% em agosto, permanecendo acima da meta estabelecida pela autoridade monetária. As projeções do Banco Central indicam inflação de 4,8% para 2025 e 4,3% para 2026, enquanto a expectativa de crescimento do PIB foi revisada de 2,1% para 2,0%. No âmbito da política monetária, foi mantida a taxa básica de juros (Selic) em 15,0% ao ano, com o objetivo de contribuir para a convergência da inflação às metas estabelecidas. Para o mercado cambial, a projeção indica taxa de R$ 5,40 por dólar ao final de 2025. No setor de comércio, indicadores recentes apontam comportamento moderado da atividade. De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE, o volume de vendas do comércio varejista apresentou variação positiva de 0,2% em agosto de 2025 em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal, interrompendo sequência de retrações. Na comparação interanual, observou-se crescimento de 0,4% em relação a agosto de 2024. No mesmo período, o Índice do Varejo Stone registrou redução de 0,5% nas vendas do comércio no terceiro trimestre de 2025 em relação ao mesmo período de 2024, enquanto na comparação trimestral foi observada queda de 0,2%, evidenciando ritmo moderado da atividade comercial. Nesse contexto, o segmento do mercado imobiliário apresenta comportamento condicionado às variáveis macroeconômicas, especialmente ao nível das taxas de juros, à disponibilidade de crédito e à evolução da renda das famílias. O patamar elevado da taxa básica de juros impacta o custo do financiamento imobiliário e influencia a dinâmica dos investimentos no setor, resultando em comportamento mais cauteloso por parte dos agentes econômicos. |
| 4.3 | Perspectiva para o período seguinte com base na composição da carteira |
| Considerando o cenário macroeconômico vigente e a composição da carteira imobiliária, as perspectivas para o período subsequente indicam manutenção de comportamento moderado do mercado, condicionado principalmente à evolução das variáveis macroeconômicas, em especial às taxas de juros, à disponibilidade de crédito e ao desempenho da atividade econômica. A manutenção da taxa básica de juros em patamar elevado tende a impactar o custo do capital e o financiamento de empreendimentos imobiliários, podendo influenciar o ritmo de novos investimentos e aquisições no setor. Nesse contexto, espera-se continuidade de postura mais cautelosa por parte dos agentes econômicos, com maior seletividade na realização de investimentos e na ocupação de espaços imobiliários. No segmento de imóveis corporativos e comerciais, a demanda tende a acompanhar o desempenho da atividade econômica e do setor de serviços, podendo apresentar crescimento gradual caso se confirme o cenário de expansão moderada do Produto Interno Bruto nos próximos períodos. Adicionalmente, a estabilização das expectativas inflacionárias e eventual redução do custo do crédito podem contribuir para melhoria das condições de mercado ao longo do horizonte de médio prazo. Para ativos imobiliários destinados a atividades comerciais e de serviços, a dinâmica de ocupação permanece diretamente associada ao comportamento do consumo das famílias e à evolução do comércio varejista. Nesse sentido, indicadores recentes apontam ritmo moderado de crescimento, sugerindo continuidade de estabilidade na demanda por espaços comerciais em localizações consolidadas. Dessa forma, considerando a composição da carteira e as condições econômicas observadas, as perspectivas indicam manutenção de desempenho estável no curto prazo, com eventuais variações condicionadas à evolução do ambiente macroeconômico, às condições de crédito e à dinâmica setorial do mercado imobiliário. No médio prazo, a eventual redução das taxas de juros e a melhora do ambiente econômico tendem a favorecer gradualmente o nível de investimentos e a demanda por ativos imobiliários. |
5. |
Riscos incorridos pelos cotistas inerentes aos investimentos do FII: |
| Ver anexo no final do documento. Anexos |
| 6. | Valor Contábil dos ativos imobiliários do FII | Valor Justo, nos termos da ICVM 516 (SIM ou NÃO) | Percentual de Valorização/Desvalorização apurado no período | |
|---|---|---|---|---|
| Relação de ativos imobiliários | Valor (R$) | |||
| Praça Capital - Bloco 02, pavim. 1 a 5, conj. 001 e loja 08 | 74.688.000,00 | SIM | -8,07% | |
| 6.1 | Critérios utilizados na referida avaliação |
| 7.1 REFERÊNCIAS NORMATIVAS A metodologia básica aplicada no trabalho fundamenta-se na NBR-14653-1 - Norma Brasileira para Avaliação de Bens da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em suas partes 1: Procedimentos Gerais e 2: Imóveis Urbanos. Foi utilizada também a Norma para Avaliação de Imóveis Urbanos versão 2011, publicada pelo IBAPE - Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia, Departamento de São Paulo. Foram observados os padrões de conduta e ética profissionais estabelecidos no Red Book em sua edição 2014 editada pelo e nas normas do , nos seus pronunciamentos 101 Scope of Work, 102 Implementation e 103 Reporting. 7.2 METODOLOGIA Para a estimativa, a formação do valor deu-se pela conciliação do “Método da Capitalização da Renda por Fluxo de Caixa” e “Método do Comparativo Direto de Dados de Mercado”. 7.2.1 ELEMENTOS COMPARATIVOS O cálculo foi baseado em unidades comparativas usuais como, por exemplo, o preço por metro quadrado. Os ajustes foram aplicados às unidades de comparação escolhida, e então esta unidade, ajustada, é utilizada para formar o valor final total. A confiabilidade deste método é dependente da/do (i) disponibilidade de ofertas de venda e locação de propriedades similares (ii) a verificação das informações (iii) grau de comparabilidade das ofertas (iv) ausência de fatores legais, ambientais, de solo, etc., que possam afetar o valor do imóvel.. 7.2.2 TRATAMENTO POR FATORES Considerando a natureza do imóvel, a oferta de informações disponíveis no mercado para as análises das variáveis relevantes ao processo e dentro de padrões aceitáveis de precisão e fundamentação previstos em norma, para esta avaliação a formação de valor se deu pela conciliação do “Método da Capitalização da Renda por Fluxo de Caixa” e “Método do Comparativo Direto de Dados de Mercado”. Conforme definido no artigo 8.2.1. da ABNT NBR 14653-1:2001, o Método Comparativo Direto de Dados de Mercado identifica o valor de mercado do bem por meio de tratamento técnico dos atributos dos elementos comparáveis, constituintes da amostra. Conforme definido no artigo 8.2.1. da ABNT NBR 14653-1:2001, o Método Comparativo Direto de Dados de Mercado identifica o valor de mercado do bem por meio de tratamento técnico dos atributos dos elementos comparáveis, constituintes da amostra. |
| 7. | Relação de processos judiciais, não sigilosos e relevantes | ||||||
| Não possui informação apresentada. | |||||||
| 8. | Relação de processos judiciais, repetitivos ou conexos, baseados em causas jurídicas semelhantes, não sigilosos e relevantes | |||
| Não possui informação apresentada. | ||||
| 9. | Análise dos impactos em caso de perda e valores envolvidos relacionados aos processos judiciais sigilosos relevantes: |
| Não possui informação apresentada. |
10. |
Assembleia Geral |
| 10.1 | Endereços (físico ou eletrônico) nos quais os documentos relativos à assembleia geral estarão à disposição dos cotistas para análise: |
| Centro Empresarial CNC - ST SAUN Quadra 5 Lote C, Bloco C, 2º andar.
www.brb.com.br |
| 10.2 | Indicação dos meios de comunicação disponibilizados aos cotistas para (i) a inclusão de matérias na ordem do dia de assembleias gerais e o envio de documentos pertinentes às deliberações propostas; (ii) solicitação de lista de endereços físicos e eletrônicos dos demais cotistas para envio de pedido público de procuração. |
| O meio disponibilizado aos cotistas para comunicação junto ao administrador é o e-mail: [email protected] |
| 10.3 | Descrição das regras e procedimentos aplicáveis à participação dos cotistas em assembleias gerais, incluindo (i) formalidades exigidas para a comprovação da qualidade de cotista e representação de cotistas em assembleia; (ii) procedimentos para a realização de consultas formais, se admitidas em regulamento; (iii) regras e procedimentos para a participação à distância e envio de comunicação escrita ou eletrônica de voto. |
| A convocação para a Assembleia Geral de Cotistas far-se-á mediante correspondência eletrônica encaminhada a cada Cotista e pela divulgação no site da CVM e da IBOVESPA, contendo obrigatoriamente, dia, hora e local em que será realizada a Assembleia Geral de Cotistas e o código de acesso à sala de teleconferência para os cotistas que não poderão comparecer pessoalmente. A comprovação da qualidade de cotista é feita por um relatório contendo a relação de todos os cotistas e seus respectivos percentuais de participação nas cotas. Ainda que não compareçam à Assembleia Geral, os Cotistas poderão votar por meio de correspondência eletrônica, enviando manifestação de voto digitalizada devidamente preenchida e assinada. Após recebidas todas as manifestações de votos, encaminhamos a área de distribuição para proceder a conferência das assinaturas e a qualificação dos representantes dos cotistas que assinaram. Os votos serão computados em ata com as devidas ressalvas, caso existam. |
| 10.3 | Práticas para a realização de assembleia por meio eletrônico. |
| A convocação para a Assembleia Geral de Cotistas far-se-á mediante convocação por meio de correspondência eletrônica encaminhada a cada Cotista que possua cadastro atualizado junto ao administrador do Fundo, publicação em portal de notícias, publicação no site do Administrador e publicação junto à B3 e dela constarão, obrigatoriamente, dia, hora e local em que será realizada a Assembleia Geral de Cotistas, bem como a respectiva ordem do dia, que deverá conter todas as matérias a serem deliberadas, não se admitindo que sob a rubrica “assuntos gerais” haja matérias que dependam de deliberação da Assembleia. |
11. |
Remuneração do Administrador |
| 11.1 | Política de remuneração definida em regulamento: | ||
| Taxa de Administração (GLOBAL) (1) 0,80% (oitenta centésimos por cento) ao ano, incidente sobre o patrimônio líquido da classe, apropriada diariamente e paga mensalmente. Taxa de Administração Fiduciária (2) 0,30% (cinquenta centésimos por cento) ao ano, incidente sobre o patrimônio líquido da classe, apropriada diariamente e paga até o 5º dia útil de cada mês subsequente à apuração. Taxa de Gestão Global (3) 0,50% (cinquenta milésimos por cento) ao ano, incidente sobre o patrimônio líquido da classe, apropriada diariamente e paga até o 10° dia útil de cada mês subsequente à apuração. Taxa Máxima de Administração (4) A Taxa de Administração estabelecida para o fundo compreende as taxas de administração dos fundos investidos. Taxa Máxima de Custódia (5) Quando aplicável, 0,80%a.a. O serviço de controladoria e custódia é dispensado para os ativos financeiros que representem até 5% do patrimônio líquido do fundo, desde que tais ativos estejam admitidos à negociação em Mercado de Bolsa ou registrados em sistema de registro ou de liquidação financeira autorizado pelo Banco Central do Brasil ou pela CVM. Taxa Máxima de Distribuição (6) A Classe cobrará Taxa de Distribuição no mercado primário para arcar com as despesas da oferta pública da nova emissão de Cotas, a ser paga pelos subscritores das novas Cotas ou pela Classe, conforme for deliberado em Assembleia de Cotistas. Taxa de Performance Não há. Taxa de Ingresso da Classe Não há. Taxa de Saída da Classe Não há. | |||
| Valor pago no ano de referência (R$): | % sobre o patrimônio contábil: | % sobre o patrimônio a valor de mercado: | |
| NaN | NaN | NaN | |
12. |
Governança |
| 12.1 | Representante(s) de cotistas | |||
| Não possui informação apresentada. | ||||
| 12.2 | Diretor Responsável pelo FII | |||
| Nome: | EMERSON VASCONCELOS RIZZA | Idade: | 42 | |
| Profissão: | DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS DE TERCEIROS | CPF: | 701.712.891-53 | |
| E-mail: | [email protected] | Formação acadêmica: | Adm de Empresas com Esp. Control. Financ. | |
| Quantidade de cotas detidas do FII: | 0,00 | Quantidade de cotas do FII compradas no período: | 0,00 | |
| Quantidade de cotas do FII vendidas no período: | 0,00 | Data de início na função: | 16/09/2020 | |
| Principais experiências profissionais durante os últimos 5 anos | ||||
| Nome da Empresa | Período | Cargo e funções inerentes ao cargo | Atividade principal da empresa na qual tais experiências ocorreram | |
| Banco de Brasília S.A | out17 a set20 | SUPERINTENDENTE | Serviços Qualificados e Adm Fiduciária | |
| Banco de Brasília S.A | out15 a out17 | SUPERINTENDENTE | Operações de Crédito Cosignado e Veículos | |
| Descrição de qualquer dos seguintes eventos que tenham ocorrido durante os últimos 5 anos | ||||
| Evento | Descrição | |||
| Qualquer condenação criminal | ||||
| Qualquer condenação em processo administrativo da CVM e as penas aplicadas | ||||
| 13. | Distribuição de cotistas, segundo o percentual de cotas adquirido. | |||||
| Faixas de Pulverização | Nº de cotistas | Nº de cotas detidas | % de cotas detido em relação ao total emitido | % detido por PF | % detido por PJ | |
| Até 5% das cotas | 41,00 | 67.290,00 | 5,07% | 0,05% | 5,02% | |
| Acima de 5% até 10% | 1,00 | 90.000,00 | 6,78% | 0,00% | 6,78% | |
| Acima de 10% até 15% | 5,00 | 815.141,00 | 61,41% | 0,00% | 61,41% | |
| Acima de 15% até 20% | ||||||
| Acima de 20% até 30% | 1,00 | 354.957,00 | 26,74% | 0,00% | 26,74% | |
| Acima de 30% até 40% | ||||||
| Acima de 40% até 50% | ||||||
| Acima de 50% | ||||||
14. |
Transações a que se refere o art. 34 e inciso IX do art.35, da Instrução CVM nº 472, de 2008 |
| Não possui informação apresentada. |
15. |
Política de divulgação de informações |
| 15.1 | Descrever a política de divulgação de ato ou fato relevante adotada pelo administrador, ou disponibilizar o link correspondente da página do administrador na rede mundial de computadores, indicando os procedimentos relativos à manutenção de sigilo acerca de informações relevantes não divulgadas, locais onde estarão disponíveis tais informações, entre outros aspectos. |
| Não possui informação apresentada. |
| 15.2 | Descrever a política de negociação de cotas do fundo, se houver, ou disponibilizar o link correspondente da página do administrador na rede mundial de computadores. |
| Não possui informação apresentada. |
| 15.3 | Descrever a política de exercício do direito de voto em participações societárias do fundo, ou disponibilizar o link correspondente da página do administrador na rede mundial de computadores. |
| Não possui informação apresentada. |
| 15.4 | Relacionar os funcionários responsáveis pela implantação, manutenção, avaliação e fiscalização da política de divulgação de informações, se for o caso. |
| Não possui informação apresentada. |
| 16. | Regras e prazos para chamada de capital do fundo: |
| Não possui informação apresentada. |
| Anexos |
| 5. Fatores de Risco |
| 1. | A relação de prestadores de serviços de que trata o item 1.8 deve ser indicada quando o referido prestador de serviços representar mais de 5% das despesas do FII |